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14 abril 2011

Guarda Municipal e Polícia Militar esclarecem patrulhamento escolar

12/04/2011 às 09:51


A tragédia que aconteceu na escola de Realengo, no Rio de Janeiro, chocou a população, levantando ainda um alerta sobre a questão da segurança pública nas escolas. Em Uberaba, autoridades da Guarda Municipal e Polícia Militar explicam como funciona o patrulhamento escolar nesse caso.

De acordo com o diretor da Guarda Municipal, Júlio César Aguiar, existe uma parceria entre a Guarda e a Polícia Militar na realização do policiamento diário na entrada, intervalos e saídas das aulas nas escolas. "Fazemos um motopatrulhamento disponibilizando quatro guardas municipais e quatro policiais militares para a segurança dos alunos".

Conforme Júlio César, cada dupla faz o que corresponde a cada Aisp. "A cidade foi partida em quatro, onde cada uma é de responsabilidade de uma Aisp".

O diretor da GM ressalta que o patrulhamento escolar tem como objetivo garantir a segurança dos alunos dentro e na porta das escolas e manter a ordem no trânsito. "Quem quiser fazer alguma denúncia pode entrar em contato através do número 190 com a PM e 153 com a GM".

Polícia Militar - O comandante do 4° Batalhão da Polícia Militar em Uberaba, Ney Sávio, revela que hoje os fatos, que acontecem esporadicamente nas escolas, são brigas de gangues, tráfico e assédio sexual.

"A Guarda Municipal fica encarregada de organizar o trânsito nos horários de maior fluxo nos locais considerados patrimônios da cidade, enquanto os policiais militares ficam por conta de oferecer segurança, entrando em contato com as diretoras das escolas, procurando saber quem são os alunos que já deram algum problema ou que merecem uma atenção especial".

O comandante Ney Sávio argumenta que, no caso da escola do Rio de Janeiro, a situação é extremamente delicada, uma vez que se houvesse uma viatura na entrada da escola realizando o patrulhamento escolar no dia da tragédia, ainda sim, talvez não tivesse evitado o tiroteio. "O problema está no fácil acesso ao local. O jovem atirador teve facilidade em entrar na escola armado, não passou por nenhuma revista. Uma medida que poderia causar um bom resultado, neste caso, seria um detector de metais ou revista na mochila dos alunos", conclui.

Renata Vendramini

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