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24 julho 2011

Câmara vai instalar CPI da Segurança

Vereadores vão levantar informações sobre o trabalho e a estrutura da Polícia e da Guarda Municipal e cobrar um planejamento do Estado e do Município para o setor
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Credito: Arquivo JMCredito:  Arquivo JM
Autor da proposição, o vereador Edílson Fogaça conseguiu coletar ontem a assinatura de todos os vereadores em apoio à instalação da CPI da Segurança Pública
Preocupados com o aumento da criminalidade em Ponta Grossa, os 15 vereadores da cidade assinaram ontem o requerimento 091/2011, apresentado pelo vereador Edílson Fogaça (PTN), para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara para investigar possíveis irregularidades da área da segurança pública. O entendimento dos parlamentares é de que o governo do Estado, através dos órgãos da Polícia, e também o governo municipal, com a Guarda Municipal, falham ao fazer a proteção da população.
No requerimento, que será lido e certamente aprovado na próxima sessão, constam seis itens em que a CPI irá dedicar o seu trabalho. O primeiro deles é verificar a estrutura administrativa, funcional e física da área da segurança pública no Município, enquanto o segundo é saber das atividades de incumbência da Guarda Municipal. Fogaça argumenta que desde que a Guarda parou de fazer o primeiro atendimento em algumas ocorrências, a situação piorou porque a Polícia Militar (PM) não tem conseguido realizar o trabalho de forma satisfatória.
Outro item a ser alvo da CPI diz respeito ao Conselho Comunitário de Segurança, que recentemente elegeu o seu novo presidente, o advogado Henrique Henneberg. A intenção é saber qual o planejamento que o Conselho tem para ajudar no setor.
O quarto e o quinto ponto se referem ao trabalho desenvolvido pela PM e pela Polícia Civil, na utilização de viaturas, no policiamento ostensivo e saber qual o número de policiais à disposição. “É fato que o policiamento ostensivo nos bairros diminuiu e o governo do Estado precisa encontrar uma alternativa para resolver, porque Ponta Grossa já está entre as cidades mais violentas do Paraná”, justificou Fogaça.
No último item do requerimento a CPI vai procurar saber exatamente qual o planejamento da Secretaria de Estado de Segurança Pública para o Município. Ao defenderem a CPI, os vereadores pouparam em um primeiro momento a figura do secretário Reinaldo de Almeida César, filho da vereadora Alina de Almeida César (PMDB), mas deixaram claro que vão cobrar ações mais efetivas e contundentes para acabar com a insegurança na cidade.
Na tribuna da Câmara, Fogaça elencou uma série de crimes cometidos recentemente em Ponta Grossa para ilustrar a necessidade do Legislativo passar a tratar da segurança através de uma CPI. A composição da comissão, com cinco vereadores, será feita na segunda-feira.

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