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25 março 2012

CURITIBA poluição sonora já esta na hora de acabar.


VAMOS INICIAR UM MOVIMENTO CONTRA A PERTUBAÇÃO DO SOSSEGO. 
DIGA NÃO A POLUIÇÃO SONORA QUE INVADE E PERTURBA A TODOS EM SUAS CASAS, NOS CARROS, NOS PARQUES, NOS POSTOS DE COMBUSTÍVEL E EM QUALQUER LUGAR ONDE O PODER PÚBLICO SE OMITE EM CUMPRIR A SUA FUNÇÃO CONSTITUCIONAL QUE É:
"trazer o equilíbrio e a harmonia na vida em sociedade."
LEIA O TEXTO ABAIXO:
Mais uma noite sem dormir.

Peço a gentileza de todos os meus amigos para repassar este texto para sua lista de contatos, principalmente pessoas em evidência na ARENA POLÍTICA.

O tema, de novo, é som alto.

Moro no bairro Pilarzinho, nas proximidades da divisa com Almirante Tamandaré. Sou o tipo de pessoa que entende que meus direitos acabam onde o do próximo começa, sem isso, amigo, a vivência coletiva é impossível.

Por volta das dez e meia da noite comecei a ouvir um som num volume tão alto que cheguei a pensar que algum carro estivesse fazendo algum tipo de propaganda na frente da minha casa. Quando a abri a janela percebi que se tratava de um, por falta de um termo mais correto, BAILE FUNK, bem ao estilo dos morros cariocas.

O som era altíssimo, na verdade ensurdecedor, na direção inversa da qualidade daquilo que era tocado. Música, se assim posso chamar, intercalada por expressões baixas, do tipo que fazem corar "uma mulher de mente mais livre".

Esperei, porque imaginei que aquilo não poderia ir muito longe, engano, ledo engano. Por volta de uma e meia da manhã (porque esperei tanto?) liguei, como muitas outras pessoas devem ter feito naquela noite, para o 190. Estou em Curitiba, mas o local do baile era Tamandaré.

Esperei um tempo e nada, talvez, pensei, porque dei uma localização aproximada. As seis da manhã eu deveria estar de pé porque era meu dia de plantão, sem dormir e doze horas de serviço pela frente dirigindo uma viatura policial, com futebol e um evento de grande porte no Parque Barigui pela frente. Decidi sair de casa e tentar dormir em algum outro lugar. Dirigi até Santa Felicidade e estacionei meu veículo próximo às viaturas. Por ali fiquei entre cochilos e despertares insólitos...

Estou em casa, muito cansado e indignado. Eu me pergunto: POR QUE nós cidadãos de bem, produtivos, respeitosos, temos que ser reféns de um grupo de VAGABUNDOS?

Não há local em que não se repita isso, porque o poder público simplesmente LAVOU AS MÃOS como Pilatos, fazendo de toda uma sociedade CRISTOS diante de uma pequena parcela de delinquentes.

Não há justificativa para isso, pois, afinal, EXISTEM casas noturnas de todos os tipos com ISOLAMENTO ACÚSTICO exatamente para esse fim. Ninguém perde o seu "direito" de ouvir sua "música" predileta devido a falta de meios tecnológicos que evitem o desagrado dos demais.

SABEMOS que a maioria desses casos são de VEÍCULOS que ais parecem danceterias ambulantes.

Chegamos em casa e só queremos descansar, mas não temos esse DIREITO BÁSICO garantido, somos obrigados a viver em constante ESTRESSE, sem nem menos ter um sono reparador, sem poder assistir nosso programa favorito de TV e tendo que implorar ao transqressor que nos respeite.

ISSO TEM QUE ACABAR, e somos nós POPULAÇÃO quem tem que dar um basta nisso pressionando o poder público de todas as formas.

ALGUMAS SUGESTÕES:

-CARRO só poderia circular com som ambiente, ou seja, quem tem que ouvir é quem está dentro do carro, isso também ATRAPALHA o trânsito;

-TEM que existir um previsão legal mais clara, específica, do que a mera "perturbação do sossego";

-Não são só os estabelecimentos comerciais que devem ser fiscalizados, mas TODO e QUALQUER cidadão que não respeite a vivência em sociedade;

-NAS zonas residenciais o barulho dever estar restrito ao período diurno, e só o barulho de atividades necessárias, todo o resto deve estar restrito às paredes do imóvel de quem produz esse barulho;

-A zona residêncial deve ser considerada ZONA TERAPEUTICA, pois é nela que o/a cidadão/ cidadã busca o descanso reparador para conseguir continuar com sua rotina. Exposição à poluição sonora é também um casod e saúde pública;

-Para as festas, as confraternizações, etc, existem os salões de festa. A casa, sendo asilo inviolável do indivíduo, deve também ser protegida de outras formas de invasão, ao cidadão deve ser imposto apenas o barulho que ee mesmo produz, e somente para si;

-As leis que inibem a poluição sonora dever ser rígidas, claras e exequíveis;

-A polícia tem que ser aparelhada para combater esse mal com DECIBELIMETROS em todas as viaturas, chegar de impor ao policial a vergonha de ter que "orientar" o infrator apenas. Isso faz com que a polícia perca sua credibilidade para manter a ordem. Ao infrator a mão dura da lei;

-UMA MUDANÇA URGENTE no Código Brasileiro de Trânsito, ou uma LEI específica, que preveja a questão do som alto e imponha uma sanção ao responsável pelo veículo, como multa de trânsito que invibialize a renovação de certos documentos sem seu pagamento. Indo além da mera "alteração de características do veículo".

Senhor político, a sociedade sofre, vamos dar um fim a esse sofrimento?

CIDADÃO:

Vamos nos engajar na cidade, estado e na esfera federal para mudar esse estado de coisas.

Isaías Gonçalves de Oliveira.

2 comentários:

  1. Comentário sobre barulho:

    Caro Isaías, concordo em tudo com você menos no ponto em que você diz que a polícia tem que ser equipada com decibelímetro pois, este aparelho pouco resolve e pode ser contestado facilmente.

    Acredito que a única solução viável, de fato, e justa, é fazer uma lei onde o barulho seja criminalizado formalmente, inclusive caracterizado como crime de TORTURA, porque de fato para quem é vítima desta forma cruel de agressão, é disto mesmo que se trata e, como você colocou (muito bem): "--NAS zonas residenciais o barulho dever estar restrito ao período diurno, e só o barulho de atividades necessárias, todo o resto deve estar restrito ÀS PAREDES DO IMÓVEL(ou veículo) DE QUEM PRODUZ ESTE BARULHO; e complemento que, saindo este barulho para fora do imóvel ou veículo isto já deveria ser caso de polícia automaticamente! Com direito a invasão do imóvel, apreensão do aparelho de som e multa ou mesmo, prisão.

    *POLICIAL TEM QUE TER PODER DE POLÍCIA! É um desrespeito ao policial e à sociedade, essa lei que trata policiais como meninos de recado. Basta uma rápida olhada nas ocorrências policias ou na internet para ver que inúmeros crimes são ocultados com o uso de som alto.

    O FATO DE HAVER O DELITO, POR SI SÓ, TEM QUE SER SUFICIENTE PARA DAR PODER AO POLICIAL DE AGIR.

    "-Para as festas, as confraternizações, etc, existem os salões de festa. A casa, sendo asilo inviolável do indivíduo, deve também ser protegida de outras formas de invasão, ao cidadão deve ser imposto apenas o barulho que ele mesmo produz, e SOMENTE PARA SI;"

    SOM ALTO NÃO É NECESSIDADE, é um capricho maldoso de quem se julga no direito de tratar o semelhante como um seu escravo, sem direito de escolha; portanto, nada mais justo que acabar com este absurdo jurídico.

    QUEM QUER BARULHO TEM QUE SER RESPONSÁVEL PELO SEU SOM. Que o barulhento ouça sua música no volume que quiser, CONTANTO QUE TENHA EM SEU IMÓVEL/CARRO ISOLAMENTO ACÚSTICO de modo que o som NÃO CHEGUE À RUA, não importune aos vizinhos!

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  2. Caro amigo, também sofro com este problema. Aqui onde resido a perturbação são os carros de som com anúncio. O que faço é anotar placas, modelos e a cor desses carros repassando para a secretaria do meio ambiente na rua da cidadania do meu bairro, e eles entram em contato com o detran. Por sua vez se os dados estiverem corretos, o Detran retorna para o meio ambiente o endereço do infrator, que manda uma intimação para parar imediatamente com a propaganda pois é proibida por lei. Tem resolvido de certa forma, pois pelo menos os que informei pararam de incomodar. Um abraço.

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Muito obrigado pela sua contribuição.
Inspetor Frederico

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